Produção de vídeo: as 5 perguntas mais comuns sobre o assunto

Em nossa experiência como produtora de vídeos em Porto Alegre – já somamos mais de 200 vídeos produzidos –, geralmente nos deparamos com dúvidas por parte das empresas a respeito da utilidade dessa ferramenta. Reunimos, por isso, as cinco principais questões e as compartilhamos neste post com nossas respostas.

1) Quanto custa?

A primeira questão que surge quando apresentamos o serviço de produção de vídeo a uma empresa, evidentemente, é em relação ao valor de investimento nesse serviço. Como se trata de algo muito variável, geralmente explicamos que:

a) os principais fatores que compõem o valor de investimento em um vídeo são três: tempo, ou seja, a duração final do vídeo (uma peça de apenas um minuto tem valor de produção menor que uma de dez minutos); o deslocamento da equipe de gravação – seja a quantidade de “saídas”, como chamamos, e a quantidade de turnos de trabalho; o tipo de edição aplicada ao vídeo, por exemplo, se se trata de um vídeo em animação (como você pode assistir por este link), um vídeo de edição simples, apenas com imagens reais (assista um exemplo neste link) ou misto, que mistura animação com imagens reais (como neste link).

b) outro elemento que sempre destacamos é que o avanço da tecnologia possibilitou a produção de equipamentos de gravação mais acessíveis e com capacidade de gerar vídeos de qualidade e mecanismos de hospedagem gratuitos, como o YouTube. Uma câmera de menor preço, consequentemente, vai gerar um orçamento mais econômico. Sinceramente, a nosso ver, hoje não é fundamental o equipamento, mas a edição que vem após a gravação. É nela em que ocorre a mágica. Portanto, produzir um vídeo atualmente é muito mais acessível do que há cinco anos.

c) como nos apresentamos ao mercado como sendo uma microprodutora de vídeos (estrutura enxuta e com alta qualidade), ao longo dos anos conquistamos a preferência de marcas renomadas, que atestam nossos princípios de trabalho. Entre essas empresas, destacamos o Grêmio Náutico União, o maior clube do Rio Grande do Sul; a Auxiliadora Predial, imobiliária com atuação no Rio Grande do Sul e São Paulo; o Grupo Casa DiPaolo, rede de restaurantes especializada na típica culinária italiana; Escolas e Faculdades QI, rede presente em 15 municípios do Rio Grande do Sul; Grupo Rede Brasil, empresa especializada em cobrança jurídica; Cenex, Centro de Excelência Empresarial; Kolosh, marca de tênis produzidos pela Dakota; Navegação Aliança, fabricante de embarcações com sede em Porto Alegre; Vitta Centro de Bem-Estar Físico, clínica multidisciplinar na área da saúde, entre outros. Todos os vídeos produzidos para esses clientes podem ser acessados em nosso canal no Vimeo por este link.

2) O que minha empresa ganha com isso?

Sobre esse questionamento, esclarecemos que o vídeo pode ser usado como uma ferramenta com diversos usos, como:

– divulgação de produtos ou serviços: um vídeo de poucos minutos é capaz de explicar e valorizar produtos e serviços de forma única. Além disso, ele fica hospedado no canal da empresa no YouTube e você só precisa enviar um link por e-mail para aquela mensagem chegue ao seu público-alvo. De fato, o vídeo é um vendedor permanente e qualificado da sua empresa;

– registro dos eventos e momentos significativos da empresa: aqui nos referimos às festas de final de ano, às convenções de venda, às ações especiais que sua empresa promove. Momentos assim não ocorrem todos os dias, por isso o vídeo tem sua utilidade para preservá-los;

– compartilhamento do conhecimento dos colaboradores da empresa: acreditamos que o conhecimento seja o maior patrimônio de qualquer organização. Nesse sentido, o vídeo tem a função de preservá-lo e compartilhá-lo por meio da exposição e desenvolvimento de determinado assunto por um profissional da empresa. Afinal, o conhecimento reside nas pessoas e é delas que devemos extrai-lo;

– maior interatividade nas redes sociais: é sabido que o Facebook, por exemplo, privilegia conteúdos em vídeo. Outro argumento é que o YouTube é o segundo maior buscador da internet. Por fim, as pessoas anseiam por conteúdo, especialmente em vídeo.

3) Onde posso utilizar?

Quando o vídeo está finalizado, a primeira coisa a ser feita é hospedá-lo gratuitamente em sites como YouTube ou Vimeo – ou até mesmo no site da sua empresa. Vídeo não é algo que se envia em anexo em um e-mail. Até pode ocorrer em alguns casos específicos, mas não é regra. O ideal é enviar apenas o link do vídeo hospedado nos sites aqui citados.

Feita essa hospedagem e dependendo do tipo de vídeo que foi produzido, ele pode ser usado nas seguintes ocasiões e situações:

– feiras e eventos: certa vez um cliente nosso instalou uma televisão em seu estande e nela deixou passando um vídeo que apresentava constantemente seus serviços e diferenciais;

– apresentações ao grande público: nada como gerar uma excelente impressão ao impressionar o público para o qual você está falando com um vídeo magnífico sobre sua empresa.

– treinamento ou integração de funcionários: por que contratar um instrutor toda vez que for necessário fazer treinamento ou integração com (novos) funcionários? Deixe que o vídeo seja o treinador permanente!

– apresentações comerciais: em vez de enviar um PDF em anexo no e-mail a um potencial cliente, impressione enviando o link do seu vídeo no YouTube.

Além dessas situações, um vídeo institucional, por exemplo, pode ser compactado para menos de 10 MB, possibilitando seu compartilhamento por WhatsApp. Essa é a comunicação dirigida por excelência.

4) Como supero minha vergonha de aparecer no vídeo?

Bom, essa é uma questão que surge quando produzimos um vídeo com a participação de um porta-voz da empresa. Nem todo vídeo precisa ter um porta-voz. Ocorre que, dependendo de sua utilidade, ter a presença de alguém torna o vídeo mais atrativo. Afinal, pessoas gostam de ver pessoas no vídeo, assim como nas fotos.

Dito isso, nossa resposta tem sido a seguinte: a edição faz milagres! Por isso, não tem sentido sentir vergonha. Se for o caso de a pessoa não ter boa dicção ou não conseguir transmitir com segurança sua mensagem, também recorremos à edição, e na etapa da gravação fazemos alguma estratégia para driblar essas barreiras, como o uso de falas curtas, por exemplo.

A receita mais segura é sempre a mesma: gravar diversas vezes a mesma fala para depois selecionar a melhor. Em vídeo, existe uma regra: melhor ter a mais do que a menos. Portanto, é preciso encarar o momento da gravação como uma oportunidade de fazer, refazer, acertar, errar, enfim, usar e abusar do momento para fazer sair a sua melhor interpretação. Porque depois, não há o que se fazer.

5) Que tipos de vídeos minha empresa pode fazer?

Frente a essa questão, sempre enfatizamos que o vídeo é uma ferramenta com várias utilidades. Dependendo do objetivo da empresa, o vídeo é configurado de determinada maneira. Em linhas gerais, respondemos que uma empresa pode se beneficiar dos seguintes tipos de vídeo:

– institucional: destaca os diversos componentes da empresa, sua história, negócio, filosofia, diferenciais, responsabilidade social etc. Pode ou não ter entrevista com um porta-voz. Faz uso de imagens captadas na própria empresa e tem sua apresentação feira por um locutor profissional. Geralmente, é um vídeo mais extenso, podendo variar de cinco a dez minutos;

– comercial: vídeo forte, convincente, sintético e objetivo. Geralmente, tem duração entre um a dois minutos. Procura destacar um problema e demonstrar como o serviço da empresa pode solucioná-lo. Nesse vídeo, é recomendado o uso de locutor profissional, mas pode-se aplicar o recurso de texto em tela;

– convite: vídeo curtíssimo, com duração máxima de um minuto e meio. Apresenta brevemente as informações de serviço do evento (local, data, hora, traje etc.) com um fechamento de incentivo à participação do espectador. Utilizado em situações empresariais (confraternização, premiação, convenção etc.) ou sociais. Muito utilizado em versão para WhatsApp, que pode facilmente ser compartilhado em grupos;

– treinamento: em linhas gerais, nenhum vídeo pode ser muito extenso, mas no caso de treinamentos, ele deve durar o quanto for necessário para transmitir o conteúdo ao espectador. Pode-se ou não utilizar o recurso de fundo infinito na gravação, que depois é substituído por um fundo personalizado na fase da edição;

– vídeo-conteúdo: muito utilizado nas redes sociais, trata de situações para gerar engajamento. Pode ser produzido por meio de entrevistas sobre determinado tema, animações explicando as vantagens de uma ferramenta, o posicionamento da empresa frente a determinado assunto etc.;

– cobertura de evento: é um resumo do evento, geralmente com entrevistas com alguns participantes. Sua proposta é registrar determinada ocasião, dimensionando sua relevância. Tem duração média de dois a cinco minutos.

Ficou com alguma dúvida sobre este texto? Escreva para nós! Teremos a maior satisfação em responder a você.

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